A Proibição de ler a bíblia penhorou por muito tempo e a inacessibilidade da Bíblia entre a Antiguidade e a Idade Média resultou na criação de diversas narrativas sobre os personagens bíblicos, criando acréscimos e distorções.A Igreja Católica não permitia que seus fiéis possuíssem exemplares da Bíblia, alegando que estes não teriam nunca a capacidade necessária para interpretá-la, devido à sua complexidade.Assim, afirmava que a responsabilidade de ensinar as orientações de Deus era exclusivamente sua.
Dessa forma a igreja ensinava suas próprias interpretações quase sempre por interesses próprios, políticos ou qualquer outro fator que favorecesse o clero.
Martinho Lutero considerava que o amor de Cristo era alcançável gratuitamente por meio da Bíblia.Foi um dos primeiros teólogos a sugerir que as pessoas deveriam ler e interpretar a Bíblia por si mesmas.
Se depensese a igreja católica romana, até hoje muitos estariam sendo engados,Pois seus interesses próprios falavam mais auto,e eram mais fortes do que espor a verdade .
um chamado
terça-feira, 30 de dezembro de 2014
LER A BÍBLIA AGORA É PERMITIDO
TUDO PASSA, MAS A PALAVRA DO SENHOR PERMANECE PARA SEMPRE
22. Agora que vocês purificaram a sua vida pela obediência à verdade, visando ao amor fraternal e sincero, amem sinceramente uns aos outros e de todo o coração.
23. Vocês foram regenerados, não de uma semente perecível, mas imperecível, por meio da palavra de Deus, viva e permanente.
24. Pois toda a humanidade é como a relva, e toda a sua glória, como a flor da relva; a relva murcha e cai a sua flor,
25. mas a palavra do Senhor permanece para sempre . Essa é a palavra que lhes foi anunciada.
(1 Pedro, 1).BÍBLIA NVI.
sábado, 27 de dezembro de 2014
A VERDADE SOBRE O NATAL (PARTE 03-FINAL )
RESUMINDO O QUE APRENDEMOS
Muitos, nunca se detém para pensar no PORQUÊ acreditam no que acreditam, no PORQUÊ seguem determinados costumes ou de onde eles procedem. Todos nascemos de um mundo cheio de costumes: crescemos acostumados a aceitá-los sem discussão. Por quê? Instinto de ovelha.porém quem não é conformista e não se deixa levar pelos engano, é um eterno estudioso e aprendiz.
A Enciclopédia Britânica edição de 1946, afirma:
"O Natal não era contado nas primeiras festas da Igreja..." "Não foi instituída por Cristo, nem pelos apóstolos, nem por autoridades bíblicas. Foi adquirida mais tarde do paganismo."
A Enciclopédia Americana, edição 1944, declara:
"O Natal...não foi, de acordo com muitas autoridades no assunto, celebrado nos primeiros séculos da Igreja Cristã, porque o costume cristão, em geral era celebrar a morte de pessoas importantes em vez do nascimento. A "comunhão", instituída por autoridade bíblica no Novo Testamento, é o memorial desse acontecimento (isto é, o nascimento de Cristo) no século IV. No século V, a Igreja Ocidental deu origem, para que fosse celebrada para sempre no dia da antiga festividade romana em honra ao nascimento do Sol, porque não se conhecia ao certo o dia do nascimento de Cristo."
Agora veja! Estas reconhecidas autoridades históricas mostram que o Natal não foi observado pelos primeiros cristãos, durante os primeiros duzentos ou trezentos anos desta era - um período maior do que a história inteira do Brasil como uma República independente! Foi absorvida na Igreja Ocidental, ou Romana, durante o século IV da era cristã. Senão a partir do século V que a Igreja Romana ordenou que se comemorasse oficialmente como uma festividade cristã!
Jesus não nasceu em 25 de dezembro? Jesus nem sequer nasceu na estação do inverno!
Quando Jesus nasceu,
"Ora, havia naquela mesma região pastores que estavam no campo, e guardavam durante as vigílias da noite o seu rebanho." (Lucas 2:8)
Isto nunca poderia ter acontecido na Judéia no mês de dezembro. Os pastores recolhiam os rebanhos das montanhas e dos campos e colocavam-nos no curral no mais tardar até o dia 15 de outubro, para protegê-los do frio e da estação chuvosa que se seguia.
Veja que a própria Bíblia fornece provas, em Cantares de Salomão 2:11 e em Esdras 10:9-13, de que o inverno era uma estação chuvosa, não permitindo aos pastores permanecerem ao ar livre nos campos durante a noite.
"Durante a época da Páscoa (começo da primavera) era costume antigo dos judeus daqueles dias levarem as ovelhas aos campos e desertos, e recolhê-las ao começo das primeiras chuvas", afirma Adam Clarke no seu Commentary, (vol. 5, pág. 370, edição de New York).
A seguir esta mesma autoridade declara:
"Os pastores cuidavam dos seus rebanhos dia e noite durante todo e tempo que permaneciam fora..." as primeiras chuvas começavam no princípio do mês de "Marchesvan", que corresponde parte dos meses de outubro e novembro do nosso calendário (começa às vezes em outubro), descobrimos que as ovelhas estavam nos campos ao ar livre durante todo o verão. E como os pastores não haviam ainda recolhido os seus rebanhos, é um argumento provável que outubro não havia ainda nem começado, e que, consequentemente, nosso Senhor não nasceu em 25 de dezembro, quando nenhum rebanho estava no campo; nem mesmo poderia ter nascido depois do mês de setembro, já que os rebanhos estavam ainda no campo durante a noite, apenas uma ocorrência cronológica...
Já o Papai Noel,Sinterklaas ou São Nicolau, considerado por muitos o Papai Noel (ou Pai Natal) original.
Uma série de figuras de origem cristã e mítica têm sido associadas ao Natal e às doações sazonais de presentes. Entre estas estão o Papai Noel (Pai Natal em Portugal), também conhecido como Santa Claus (na anglofonia), Père Noël e o Weihnachtsmann; São Nicolau ou Sinterklaas, Christkind; Kris Kringle; Joulupukki; Babbo Natale, São Basílio e Ded Moroz.
A mais famosa e difundida destas figuras na comemoração moderna do Natal em todo o mundo é o Papai Noel, um mítico portador de presentes, vestido de vermelho, cujas origens têm diversas fontes. A origem do nome em inglês Santa Claus pode ser rastreada até o Sinterklaas holandês, que significa simplesmente São Nicolau. Nicolau foi bispo de Mira, na atual Turquia, durante o século IV. Entre outros atributos dados ao santo, ele foi associado ao cuidado das crianças, à generosidade e à doação de presentes. Sua festa em 6 de dezembro passou a ser comemorada em muitos países com a troca de presentes.
São Nicolau tradicionalmente aparecia em trajes de bispo, acompanhado por ajudantes, indagando as crianças sobre o seu comportamento durante o ano passado antes de decidir se elas mereciam um presente ou não. Por volta do século XIII, São Nicolau era bem conhecido nos Países Baixos e a prática de dar presentes em seu nome se espalhou para outras partes da Europa central e do sul. Na Reforma Protestante nos séculos XVI e XVII na Europa, muitos protestantes mudaram o personagem portador de presente para o Menino Jesus ou Christkindl e a data de dar presentes passou de 6 de dezembro para a véspera de Natal .
No entanto, a imagem popular moderna do Papai Noel foi criada nos Estados Unidos e, em particular, em Nova York. A transformação foi realizada com o auxílio de colaboradores notáveis, incluindo Washington Irving e o cartunista germano-americano Thomas Nast (1840-1902). Após a Guerra Revolucionária Americana, alguns dos habitantes da cidade de Nova York procuraram símbolos do passado não-inglês da cidade. Nova York tinha sido originalmente estabelecida como a cidade colonial holandesa de Nova Amsterdã e a tradição holandesa do Sinterklaas foi reinventada como São Nicolau.
Estudiosos afirmam que a figura do bom velhinho foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas.
Foi transformado em santo (São Nicolau) pela Igreja Católica, após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele.
A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos, ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal.
Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom ou verde escura. Em 1886, o cartunista alemão Thomas Nast criou uma nova imagem para o bom velhinho. A roupa nas cores vermelha e branca, com cinto preto, criada por Nast foi apresentada na revista Harper’s Weeklys neste mesmo ano.
Em 1931, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o Papai Noel com o mesmo figurino criado por Nast, que também eram as cores do refrigerante. A campanha publicitária fez um grande sucesso, ajudando a espalhar a nova imagem do Papai Noel pelo mundo.
Talvez você pergunte ;qual a posição que devo tomar diante de todas essas verdades?
Não estamos indemonizando o Natal, mas mostrando que não é o que dizem ser, pois Jesus não nasceu nessa data,e todas as tradições como papai Noel, árvores natalinas, presépios etc,São invenções ou cópias de costumes pagãos incorporado ao cristianismo,também que o consumismo é o real significado do Natal hoje . Por isso trouxemos essas verdades para você.
Portanto quem é cristão verdadeiro não se deixa levar por práticas que são tradições de homens,de instituições como a igreja católica que não passa de um erro disfarçado de evangelho.
Devemos comer do que nos for servido, confraternizar, e despejar" boas festas" ,porém não adotar os costumes pagãos para nós mesmo,e se possível mostrar aos outros aquilo que também aprendemos sobre o Natal.
O que faremos então?deixaremos nossos familiares Constrangidos dizendo "tens demônio" como alguns? Não, aprendamos o respeito ao próximo, porém nunca nos privamos da verdade, basta não trazemos para casa costumes pagãos(símbolos como: árvore de Natal,presépios e etc). Devemos aproveitar esse momento que a família está reunida para proclamar o evangelho.
A VERDADE SOBRE O NATAL (PARTE 02)
Muitos costumes populares associados ao Natal desenvolveram-se de forma independente da comemoração do nascimento de Jesus, com certos elementos de origens em festivais pré-cristãos que eram celebradas em torno do solstício de inverno pelas populações pagãs que foram mais tarde convertidas ao cristianismo. Estes elementos, incluindo o madeiros, do festival Yule, e a troca presentes, da Saturnália,tornaram-se sincretizados ao Natal ao longo dos séculos. A atmosfera prevalecente do Natal também tem evoluído continuamente desde o início do feriado, o que foi desde um estado carnavalesca na Idade Média, a um feriado orientado para a família e centrado nas crianças, introduzido na Reforma do século XIX . Além disso, a celebração do Natal foi proibida em mais de uma ocasião, dentro da cristandade protestante, devido a preocupações de que a data é muito pagã ou anti-bíblica.
Os Festivais de inverno,era mais um de muitos Festivais da Roma Antiga e era um dos festivais mais populares do ano em muitas culturas. Entre as razões para isso, incluí-se o fato de que menos trabalho agrícola precisava ser feito durante o inverno, devido a expectativa de melhores condições meteorológicas com a primavera que se aproximava. As tradições de Natal modernas incluem: troca de presentes e folia do festival romano da Saturnália; verde, luzes e caridade do Ano Novo Romano;. madeiros do Yule etc .
A Escandinávia pagã comemorava um festival de inverno chamado Yule, realizado do final de dezembro ao período de início do janeiro. Como o Norte da Europa foi a última parte do continente a ser cristianizada, suas tradições pagãs tinham uma grande influência sobre o Natal. Os escandinavos continuam a chamar o Natal de Jul.
Uma outra tradição do Natal é a decoração de casas, edifícios, elementos estáticos, como postes, pontes e árvores, estabelecimentos comerciais, prédios públicos e cidades com elementos que representam o Natal, como, por exemplo, as luzes de natal e guirlandas. Em alguns lugares, existe até uma competição para ver qual casa, ou estabelecimento, teve a decoração mais bonita, com direito a receber um prêmio.
A árvore de Natal é considerado por alguns como uma "cristianização" da tradições e rituais pagãos em torno do Solstício de Inverno, que incluía o uso de ramos verdes, além de ser uma adaptação de adoração pagã das árvores.Outra versão sobre a procedência da árvore de Natal, a maioria delas indicando a Alemanha como país de origem, uma das mais populares atribui a novidade ao padre Martinho Lutero (1483-1546), autor da Reforma Protestante do século XVI. Olhando para o céu através de uns pinheiros que cercavam a trilha, viu-o intensamente estrelado parecendo-lhe um colar de diamantes encimando a copa das árvores. Tomado pela beleza daquilo, decidiu arrancar um galho para levar para casa. Lá chegando, entusiasmado, colocou o pequeno pinheiro num vaso com terra e, chamando a esposa e os filhos, decorou-o com pequenas velas acesas afincadas nas pontas dos ramos. Arrumou em seguida papéis coloridos para enfeitá-lo mais um tanto. Era o que ele vira lá fora. Afastando-se, todos ficaram pasmos ao verem aquela árvore iluminada a quem parecia terem dado vida. Nascia assim a árvore de Natal. Queria, assim, mostrar as crianças como deveria ser o céu na noite do nascimento de Cristo.
Na Roma Antiga, os Romanos penduravam máscaras de Baco(Deus Romano) em pinheiros para comemorar uma festa chamada de "Saturnália", que coincidia com o nosso Natal.
As esculturas e quadros que enfeitavam os templos para ensinar os fiéis, além das representações teatrais semilitúrgicas que aconteciam durante a Missa de Natal serviram de inspiração para que se criasse o presépio.
A tradição católica diz que o presépio (do lat. praesepio) surgiu em 1223, quando São Francisco de Assis quis celebrar o Natal de um modo o mais realista possível e, com a permissão do Papa, montou um presépio de palha, com uma imagem do Menino Jesus, da Virgem Maria e de José, juntamente com um boi e um jumento vivos e vários outros animais. Nesse cenário, foi celebrada a Missa de Natal.
O sucesso dessa representação do Presépio foi tanta que rapidamente se estendeu por toda a Itália. Logo se introduziu nas casas nobres européias e de lá foi descendo até as classes mais pobres. Na Espanha, a tradição chegou pela mão do Rei Carlos III, que a importou de Nápoles no século XVIII. Sua popularidade nos lares espanhóis e latino-americanos se estendeu ao longo do século XIX, e na França, não o fez até inícios do século XX.
O natal é normalmente o maior estímulo econômico anual para muitas nações ao redor do mundo. As vendas aumentam dramaticamente em quase todas as áreas de varejo e lojas introduzem novos produtos para as pessoas comprarem, como brindes, decoração e suprimentos. Nos Estados Unidos, a "temporada de compras de Natal" começa já em outubro . No Canadá, os comerciantes começam campanhas publicitárias, pouco antes do Dia das Bruxas (31 de outubro), e intensificam a sua comercialização em novembro. No Reino Unido e na Irlanda, a temporada de compras de Natal começa a partir de meados de novembro, no momento em que a comemoração de natal das ruas é montada. Nos Estados Unidos, foi calculado que um quarto de todos os gastos pessoais acontece durante a temporada de compras de Natal.Dados do United States Census Bureau revela que as despesas em lojas de departamento em todo o país subiu de US$ 20,8 bilhões em novembro de 2004 para US$ 31,9 bilhões em dezembro de 2004, um aumento de 54%. Em outros setores, o aumento dos gastos pré-natal foi ainda maior, havendo um aumento de compras de 100% nas livrarias e 170% em lojas de jóias no período entre novembro e dezembro. No mesmo ano, o emprego em lojas de varejo americanas aumentou de 1.6 a 1.8 milhões nos dois meses que antecederam o Natal.Indústrias completamente dependentes do natal incluí os fabricantes de cartões de natal, os quais 1,9 bilhões são enviados nos Estados Unidos a cada ano, e árvores de natal vivas, das quais 20,8 milhões foram cortadas nos Estados Unidos em 2002.No Reino Unido, em 2010, até £ 8 bilhões era esperado para serem gastos on-line no natal, aproximadamente um quarto do total das vendas de varejo.
Na maioria das nações ocidentais, o dia de Natal é o dia menos ativo do ano para os negócios e o comércio, quase todas as empresas de varejo, comerciais e institucionais estão fechadas, e quase todas as atividades industriais cessam (mais do que em qualquer outro dia do ano). Na Inglaterra e País de Gales, o Christmas Day (Trading) Act 2004 impede que todas as grandes lojas façam comércio no dia de natal. Estúdios de cinema realizam muitos filmes de alto orçamento durante a temporada de férias, incluindo filmes de natal, fantasia ou dramas com elevados valores de produção.
Uma análise de um economista calcula que, apesar do aumento de despesa global, o natal é um peso-morto na teoria microeconômica ortodoxa, devido ao efeito de dar presentes. Esta perda é calculada como a diferença entre o que o doador do presente gasta com o item e o que o receptor teria pago pelo item. Estima-se que em 2001, o natal resultou em um peso-morto de cerca de US$ 4 bilhões só nos Estados Unidos.
Portanto o Natal é apenas uma estratégia comercial que alimenta o consumismo desenfreado em nome do que chamam de nascimento de Jesus.
sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
A VERDADE SOBRE O NATAL (PARTE 01)
Qual a origem do Natal? É realmente o nascimento de Jesus? E se não, o que é o Natal? .encontre agora respostas para suas perguntas.
Origem do Natal e o significado da comemoração
Natal ou Dia de Natal é um feriado e festival religioso cristão comemorado anualmente em 25 de Dezembro (nos países eslavos e ortodoxos cujos calendários eram baseados no calendário juliano, o Natal é comemorado no dia 7 de janeiro).
Originalmente destinada a celebrar o nascimento anual do Deus Sol no solstício de inverno (natalis invicti Solis), a festividade foi ressignificada pela Igreja Católica no século III para estimular a conversão dos povos pagãos sob o domínio do Império Romano,ou seja, introduziram costumes pagãos ao cristianismo como uma estratégia de atração para os não cristãos, e então passou a comemorar o nascimento de Jesus de Nazaré.Mas, a pergunta é ;Jesus nasceu em 25 de Dezembro?
"Qualquer enciclopédia ou outra autoridade, poderá lhe dizer que Cristo não nasceu no dia 25 de dezembro. A enciclopédia Católica francamente testifiaca este fato."
A data exata do nascimento de Jesus é inteiramente desconhecida conforme todas autoridades no assunto afirmam, muito embora se eu tivesse espaço disponível neste artigo, mostrar-lhe-ia passagens nas escrituras que, fortemente indicam que foi no começo do outono - provavelmente em setembro, aproximadamente seis meses depois da Páscoa.
Se Deus desejasse que guardássemos e comemorássemos o nascimento de Cristo, Ele não teria ocultado tão completamente a data exata. Como este costume pagão foi absorvido pela Igreja? Como surgiu no mundo ocidental este costume pagão?
A New Schaff-herzog Enciclopedia of Religious Knowledge (Enciclopédia de conhecimentos religiosos) explica-o claramente no seu artigo sobre o "Natal".
Não se pode determinar com precisão até que ponto a data da festividade dependia da brunária pagã (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17-24 de dezembro) celebrando o dia mais curto do ano e o "Novo Sol"... As festividades pagãs, Saturnália e Brumária estavam a demais profundamente arraigadas nos costumes populares para serem abandonadas pela influência cristã... A festividade pagã acompanhada de bebedices e orgias, agradavam tanto que os cristãos viram com o agrado uma desculpa para continuar a celebrá-la em grandes alterações no espírito e na forma. Pregadores cristãos do Ocidente e do Oriente próximo, protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam os cristãos ocidentais de idolatria e de culto ao Sol, por aceitarem como Cristã a festividade pagã.
Lembre-se que o mundo romano era pagão. Antes do século IV, os cristãos eram poucos em número, embora aumentassem, eram perseguidos pelos pagãos. Porém, com a chegada de Constantino, como imperador, que no século IV fez profissão pública de fé cristã, colocando o cristianismo ao mesmonível do paganismo, o mundo romano passou a aceitar esse cristianismo popularizado pelo imperador. Porém, lembre-se que eles haviam sido criados em costumes pagãos, dentre as quais 25 de dezembro era a maior das festividades idólatras. Era uma festa alegre com seu espírito especial. Todos se divertiam! Não queriam renunciá-la!
Embora tradicionalmente seja uma comemoração cristã especialmente católica , o Natal é amplamente comemorado por muitos não-cristãos, sendo que alguns de seus costumes populares e temas comemorativos têm origens pré-cristãs ou seculares. Costumes populares modernos típicos do feriado incluem a troca de presentes e cartões, a Ceia de Natal, músicas natalinas, festas de igreja, uma refeição especial e a exibição de decorações diferentes; incluindo as árvores de Natal, pisca-piscas e guirlandas, visco, presépios e ilex. Além disso, o Papai Noel (conhecido como Pai Natal em Portugal) é uma figura mitológica popular em muitos países, associada com os presentes para crianças.
Como a troca de presentes e muitos outros aspectos da festa de Natal envolvem um aumento da atividade econômica entre cristãos e não-cristãos, a festa tornou-se um acontecimento significativo e um período chave de vendas para os varejistas e para as empresas. O impacto econômico da comemoração é um fator que tem crescido de forma constante ao longo dos últimos séculos em muitas regiões do mundo.
A palavra natal do português já foi nātālis no latim, derivada do verbo nāscor (nāsceris, nāscī, nātus sum) que tem sentido de nascer.
É comemorado no dia 25 de dezembro desde o Século IV pela Igreja ocidental e desde o século V pela Igreja oriental, celebra o nascimento de Jesus Cristo e assim é o seu significado nas línguas neolatinas. Muitos historiadores localizam a primeira celebração em Roma, no ano 336 d.C, no entanto parece que os primeiros registros da celebração do Natal têm origem anterior, na Turquia, a 25 de Dezembro, já em meados do sec II.
Os primeiros indícios da comemoração de uma festa cristã litúrgica do nascimento de Jesus em 25 de dezembro é a partir do Cronógrafo de 354. Essa comemoração começou em Roma, enquanto no cristianismo oriental o nascimento de Jesus já era celebrado em conexão com a Epifania, em 6 de janeiro. A comemoração em 25 de dezembro foi importada para o oriente mais tarde: em Antioquia por João Crisóstomo, no final do século IV,provavelmente, em 388, e em Alexandria somente no século seguinte Mesmo no ocidente, a celebração da natividade de Jesus em 6 de janeiro parece ter continuado até depois de 380.
No ano 350, o Papa Júlio I levou a efeito uma investigação pormenorizada e proclamou o dia 25 de Dezembro como data oficial e o Imperador Justiniano, em 529, declarou-o feriado nacional .
Muitos costumes populares associados ao Natal desenvolveram-se de forma independente da comemoração do nascimento de Jesus, com certos elementos de origens em festivais pré-cristãos que eram celebradas em torno do solstício de inverno pelas populações pagãs que foram mais tarde convertidas ao cristianismo. Estes elementos, incluindo o madeiros, do festival Yule, e a troca presentes, da Saturnália,tornaram-se sincretizados ao Natal ao longo dos séculos. A atmosfera prevalecente do Natal também tem evoluído continuamente desde o início do feriado, o que foi desde um estado carnavalesca na Idade Média[19] , a um feriado orientado para a família e centrado nas crianças, introduzido na Reforma do século XIX . Além disso, a celebração do Natal foi proibida em mais de uma ocasião, dentro da cristandade protestante, devido a preocupações de que a data é muito pagã ou anti-bíblica.
A palavra "Natal" tem a ver com nascimento, ou aniversário natalício, especialmente com o dia em que geralmente se comemora o nascimento de Jesus Cristo. Esta festa teve origem na Igreja Católica Romana e daí se expandiu ao protestantismo e ao resto do mundo.
E então, de onde tirou a Igreja Católica Romana? Não saiu do Novo Testamento - Não foi da Bíblia nem dos primeiros apóstolos que foram instruídos por Cristo - todavia, sabe-se que lentamente foi absorvida do paganismo pela Igreja Católica Romana a partir do quarto século.
Desde que a celebração do Natal foi introduzida ao mundo pela Igreja Católica Romana, e ela é a única autoridade que aprova, vejamos o que diz a Enciclopédia Católica, edição inglesa, sob o título "Natal".
"O Natal não era considerado entre as primeiras festas da Igreja... Os primeiros indícios da festa provêm do Egito." "Os costumes pagãos ocorridos durante as calendas de Janeiro lentamente modificaram-se na festa do Natal".
Continuem lendo. ..(parte 2).
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
A VERDADE SOBRE AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ (PARTE 03-FINAL)
A Sociedade Torre de Vigia cita o texto de Jeremias 25:33 no contexto dessa publicação para ensinar às Testemunhas de Jeová que "os (descrentes/mundanos) mortos por Jeová certamente virão a estar naquele dia de uma extremidade da terra até à outra extremidade da terra". De acordo com essa publicação recente, as pessoas que não se converterem em Testemunhas de Jeová "não serão lamentadas, nem serão recolhidas ou enterradas. Tornar-se-ão como estrume sobre a superfície do solo". Outras publicações deixam claro que o destino daquelas pessoas que não "obedecem às boas novas", isto é, os que não se tornarem Testemunhas de Jeová, é uma destruição violenta e desumana. Confirmando a natureza violenta desse evento apocalíptico, uma revista A Sentinela de 1985 diz que "sim, correrá muito sangue sob a mão das forças executoras de Deus. Os 69 milhões de mortos das duas guerras mundiais não serão nada em comparação com os mortos na guerra de Deus, do Armagedom".
As Testemunhas de Jeová se referem a todas as outras religiões como o império da religião falsa, que praticariam "costumes pagãos, tradições inventadas por homens e uma mistura de filosofias pagãs com ensinos bíblicos". A publicação afirma que "todo o restante do império mundial da religião falsa a seguirá de perto na destruição".
DEPOIMENTO DE PESSOAS EX-TESTEMUNHA DE JEOVÁ.
o texto de Rosi Pimenta abaixo:
Frequentei durante 1 ano e meio o Salão do Reino (congregação) das Testemunhas de Jeová e participava de todas as atividades, desde a leitura da Bíblia, reuniões, serviços no campo (pregação de casa em casa) e Congressos (reuniões maiores das TJs). Comecei a frequentar por influência de um amigo, e como sou muito curiosa em tudo que desejo conhecer, desde Partidos Políticos, Movimento estudantil universitário, me aguçou a curiosidade para conhecer a "doutrina" das Testemunhas de Jeová... e lá fui eu!!
Sempre muito disciplinada, quando busco conhecer, faço diversas leituras e preciso estar ali naquele meio para fazer as minhas impressões: preciso viver aquilo. Fiz muitas amizades, mas era uma amizade frágil. Uma amizade que se restringia somente ali e no que eu poderia tá contribuindo para aquele espaço. Não era bem vista porque era uma das poucas pessoas que cursava uma faculdade e isso era um dos motivos que podiam afastá-los da religião, o contato com mundanos (todo as pessoas que não são TJs), como eles chamavam! Sem falar que queriam "indiretamente" que eu abrisse mão de meu trabalho pra poder frequentar as reuniões em um dia da semana, coisa que eu não fiz!! Sem falar em diversos outros pontos que eu não conseguia aceitar para mim mesma, quem dirás tentar falar, persuadir, convencer outra pessoa no serviço de pregação (imposto pela religião)! Impossível levar as "boas novas" se o meu coração me condenava!! Decidi sair!! Fui objetiva, decidida e não voltei mais atrás. Eu precisei viver aquilo. Hoje eu sei do que se trata e posso falar como alguém que viveu. Perdi praticamente todas as amizades fragilmente conquistadas naquele espaço. Não condeno as pessoas que ali frequentam e levam as boas novas, cada um sabe o que faz ou pensa que sabe. Tenho o maior respeito por todos, mas a minha consciência e a pessoa que sou hoje e foi se construindo ao longo dos anos, não permite mais fantasiar as coisas.
Outros depoimentos:
Anônimo: "frequentei por 25 anos o que me chamou mais atenção foi a blindagem .voce ñ fica sabendo de nada, fiquei supreso de ver uma reportagem sobre pedofilia entre as testemunhas de jeova eu achava q nem existia isso tbem fiquei supreso de saber q eles tentam esconder de qualquer jeito ate ameasando a vitima de expulção para ñ denunciar".
Portanto,não se deixe levar por falsos ensinamentos de homens que se fazem doutores conforme seus próprios pensamentos.
A VERDADE SOBRE AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ (PARTE 02)
Alguns perigos das Testemunhas de Jeová.
A organização Testemunhas de Jeová afirma ser o único grupo cristão verdadeiro em todo o mundo. Diz que todas as outras igrejas, sejam católicas ou protestantes, ensinam coisas erradas e que qualquer pessoa que não seja Testemunha de Jeová será destruída por Deus. Entretanto, os fatos mostram que esse grupo é uma seita enganosa. Aqui estão quatro razões pelas quais se deve evitar a organização Testemunhas de Jeová.
1. As Testemunhas de Jeová negam os ensinamentos centrais da Bíblia.
A ORGANIZAÇÃO TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGA QUE JESUS CRISTO É DEUS. Em vez disso, ensinam que Jesus Cristo é um anjo criado.
"Estes quatro pontos ilustram os perigos espirituais associados à organização Testemunhas de Jeovà."
No entanto, a Bíblia ensina claramente que Jesus Cristo, o Filho, é Deus. Por exemplo, Hebreus 1:8 diz "Mas a respeito do Filho, Ele diz: o teu trono, ó Deus, subsiste pelos séculos dos séculos...". Muitos outros versículos também ensinam isso – João 1:1,14; 20:26-28; Atos 20:28; Romanos 9:5; Hebreus 1:3, 8-9; 2ª Pedro 1:1 etc.
AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A RESSURREIÇÃO CORPORAL DE JESUS CRISTO. Em vez disso, ensinam que Deus Pai eliminou o corpo de Jesus, dissolvendo-o em gases. As publicações das Testemunhas declaram: "Então, que aconteceu ao corpo carnal de Jesus? ... Deus removeu o corpo de Jesus ... assim como fizera antes com o corpo de Moisés", "o homem terrestre, Jesus de Nazaré, não mais existe".1
No entanto, a Bíblia ensina claramente que o corpo de Jesus foi ressuscitado, trazido novamente à vida. Por exemplo, Jesus diz, em Lucas 24:39: "Vede as minhas mãos e os meus pés. Sou eu mesmo! Apalpai-me e vede: um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho". Veja também João 2:19-21; João 20:26-28; 1ª Coríntios 15:6,14.
AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM QUE O ESPÍRITO SANTO É DEUS. Em vez disso, ensinam que o Espírito Santo é uma "força" impessoal, como a eletricidade.
No entanto, a Bíblia ensina claramente que o Espírito Santo é Deus. Atos 5:3,4 diz: "Disse então Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo...? (...) Não mentiste aos homens, mas a Deus". Veja também — João 14:16,17; 16:13-15; Romanos 8:26,27; 2ª Coríntios 3:6,17,18; Efésios 4:30.
AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM QUE A SALVAÇÃO É UMA DÁDIVA GRATUITA DE DEUS. Em vez disso, ensinam que a salvação só pode ser merecida ou conquistada por se unir à sua organização e trabalhar para a mesma. Esta é a única forma de escapar do juízo de Jeová, pois fora da organização não há possibilidade de salvação.
No entanto, a Bíblia ensina claramente que a salvação não pode ser conquistada, vindo somente de forma gratuita e por iniciativa e misericórdia do próprio Deus. Efésios 2:8, 9 diz: "Porque pela graça sois salvos, através da fé e isto não vem de vós, é um dom de Deus; não pode ser obtido por obras, para que ninguém se glorie". Veja também — Romanos 4:1-4; Gálatas 2:16; Tito 3:5.
AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A PUNIÇÃO ETERNA PARA O ÍMPIO. Em vez disso, ensinam que os maus serão aniquilados e deixarão de existir.
No entanto, a Bíblia ensina claramente a punição eterna do ímpio. Mateus 25:41,46 diz: "Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos... E irão estes para o castigo eterno, mas os justos para a vida eterna". Veja também Mateus 18:8; 2ª Tessalonicenses 1: 8, 9; Apocalipse 14:10,11; 20:10,15.
AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM QUE OS SERES HUMANOS TÊM UM ESPÍRITO QUE EXISTE APÓS A MORTE. Em vez disso, ensinam que, da mesma maneira que acontece aos animais, a vida de uma pessoa deixa de existir quando ela morre.
No entanto, a Bíblia ensina claramente que o espírito humano continua a ter uma existência consciente após a morte. 2ª Coríntios 5:8 diz: "Mas temos confiança, preferindo deixar este corpo e habitar com o Senhor". Veja também Lucas 16:19-31; Filipenses 1:23,24; Apocalipse 6:9-11.
AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ ENSINAM QUE A VIDA ETERNA NA PRESENÇA DE DEUS É SOMENTE PARA UM GRUPO SELETO. Afirmam que a experiência do novo nascimento será restrita a um grupo de apenas 144.000 testemunhas de Jeová, e que somente estas poderão viver para sempre com Deus no céu; todas as outras testemunhas de Jeová ficarão na terra.
No entanto, a Bíblia ensina claramente que todos que põe sua fé em Jesus Cristo terão vida eterna na presença de Deus. A Bíblia se refere a esse grupo como uma "multidão inumerável". Apocalipse 7:9,15 diz: "Depois destas coisas olhei, e vi uma grande multidão, que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, que estavam em pé diante do trono e perante o Cordeiro ... estão diante do trono de Deus, e o servem de dia e de noite no Seu templo ..." Veja também João 3:15; 5:24; 12:26; Efésios 2:19; Filipenses 3:20; Colossenses 3:1; Hebreus 3:1; 12:22; 2ª Pedro 1:10,11.
AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A NATUREZA DE DEUS. Rejeitam todos os escritos que identificam Jesus Cristo como Deus, e o Espírito Santo como Deus.
No entanto, a Bíblia ensina claramente que o Filho e o Espírito Santo, assim como o Pai, são Deus (João 1:1; 20:28; 1ª João 5:20; Atos 5:3, 4). Mas ela também ensina de maneira clara e firme que há somente um Deus (Isaías 43:10; 44:6,8 etc.).
Não seria perigoso seguir uma organização que nega os ensinamentos centrais da Bíblia?
2. As Testemunhas de Jeová adulteram a Bíblia.
A organização Testemunhas de Jeová tem produzido sua própria versão fraudulenta da Bíblia. Esta versão é chamada de Tradução do Novo Mundo das Sagradas Escrituras. Ela contém vários versículos deliberadamente modificados, distanciando-se do original bíblico. Estas mudanças foram feitas para tentar esconder o fato de que o ensino das testemunhas de Jeová é antibíblico e falso.
Uma comparação entre a Bíblia e a enganosa
Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas
A Bíblia a enganosa Tradução do Novo Mundo
João 1:1 – "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus".
Esta é uma declaração evidente de que Jesus (o Verbo) é Deus. João 1:1 – "No princípio era a Palavra, e a Palavra estava , e a Palavra era [um] deus".
Esta mudança foi feita para apoiar a negação das testemunhas de Jeová de que Jesus é Deus.
Colossenses 1:16 – "Pois nele [Jesus] foram criadas todas as coisas... tudo foi criado por ele e para ele".
Este texto ensina que Jesus é o Criador de tudo, e como tal, não é, ele mesmo, um ser criado. Colossenses 1:16 – : "Porque mediante ele foram criadas todas as [outras] coisas... Todas as [outras] coisas foram criadas por intermédio dele e para ele".
A palavra "outras" foi erradamente acrescentada a este versículo para apoiar o falso ensino das testemunhas de Jeová de que Jesus é, ele mesmo, um anjo criado.
Hebreus 1:8 – "Mas a respeito do Filho, disse: o Teu trono, ó Deus, subsiste pelos séculos dos séculos...".
Observe aqui que Jesus, o Filho, é chamado de "Deus" pelo próprio Deus, o Pai. Hebreus 1:8 – "Mas, com referência ao Filho: Deus é o teu trono para todo o sempre...".
A ordem das palavras foi alterada erradamente pela organização das testemunhas de Jeová para ocultar o fato de que, na Bíblia, Jesus, o Filho, é chamado de Deus.
Não seria perigoso seguir uma organização que adultera as Sagradas Escrituras?
3. As Testemunhas de Jeová têm uma história de profecias fracassadas.
Os líderes das testemunhas de Jeová afirmam falar por Deus Jeová com autoridade profética, mas eles têm feito muitas profecias que nunca se cumpriram. Por exemplo, predisseram que o Armagedon e o fim do mundo viriam em 1975. Para esconder mais esse fracasso, a maioria das testemunhas de Jeová de hoje em dia nega ter feito essa predição, ainda que se prove facilmente o contrário com sua própria literatura.3
A organização Testemunhas de Jeová também previu que o fim do mundo viria em 1914, 1915, 1918, 1925 e 1941, errando todas as vezes. Predisseram que Abraão, Isaac e Jacó seriam ressuscitados e voltariam à terra em 1925, o que evidentemente não aconteceu4.4 A Bíblia declara que profecia não cumprida é marca inequívoca dos falsos profetas (Deuteronômio 18:21, 22).
Não seria perigoso seguir uma organização com uma história de falsas profecias?
4. A organização Testemunhas de Jeová utiliza sua autoridade de forma abusiva.
Apesar de suas muitas profecias falsas, a organização Testemunhas de Jeová ensina que é a única religião verdadeira, e que somente seus membros são cristãos verdadeiros. Afirma que ninguém pode aprender verdades espirituais, senão com ela. Também ensina que só há salvação para quem se junta à sua organização, e que toda pessoa que não seja testemunha de Jeová será destruída no Armagedon. A organização Testemunhas de Jeová exige que seus membros obedeçam e aceitem, sem questionar, cada ordem e interpretação bíblica dada por meio dela.
Por exemplo, a organização Testemunhas de Jeová proíbe o uso de transfusões sangüíneas. Espera-se que as testemunhas de Jeová prefiram morrer ou deixar seus filhos morrer a quebrar essa ordem, ainda que a Bíblia, em parte alguma, proíba as transfusões de sangue ou sequer mencione que sejam erradas. Qualquer testemunha de Jeová que se atreva a desobedecer esta regra é ameaçada de ser destruída na chegada do Armagedon – o tempo do juízo final.
É assim que os líderes usam o medo e a intimidação para manter seus membros obedientes à organização. Os líderes das testemunhas de Jeová também têm utilizado suas predições em relação ao fim do mundo para colocar medo nos corações de seus seguidores.
Não seria perigoso seguir uma organização que utiliza sua autoridade de maneira abusiva?
Estes pontos ilustram os perigos espirituais associados à organização Testemunhas de Jeová.
A VERDADE SOBRE AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ (parte 01)
"Amados, esse é um breve resumo desta ceita que, como muitas dizem ser a única verdadeira. Não se contente apenas com isso, pesquise, estude, procure conhecer tudo sobre tais crenças, dessa forma comparando com a bíblia você verás que não passam de doutrinas de homens que enganam a muitos com suas filosofias . Portanto busque por si mesmo a verdade" .
A seita conhecida hoje em dia como as Testemunhas de Jeová iniciou no estado americano da Pensilvânia em 1870, como uma escola bíblica iniciada por Charles Taze Russell. Russell nomeou seu grupo de “Estudos Bíblicos Aurora do Milênio”. Charles T. Russell começou a escrever uma série de livros chamada “Autora do Milênio”, que se estendeu por seis volumes antes da sua morte e que continha grande parte da teologia agora seguida pelas Testemunhas de Jeová. Após a morte de Russell em 1916, Judge J. F. Rutherford, amigo e sucessor de Russell, escreveu o sétimo e último volume da série “Aurora do Milênio”, “O Mistério Consumado”, em 1917. A Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados foi fundada em 1886 e rapidamente tornou-se o veículo através do qual o movimento “Aurora do Milênio” passou a distribuir suas visões aos outros. O grupo era conhecido como os “russellitas” até 1931 quando, devido a uma divisão na organização, esta foi renomeada “Testemunhas de Jeová”. O grupo da qual se separou ficou conhecido como “Estudantes da Bíblia”.
No que as Testemunhas de Jeová acreditam?
Uma análise minuciosa da sua posição doutrinária em assuntos como a divindade de Jesus, a Salvação, o Espírito Santo, a Expiação, etc., mostra que eles não guardam posições cristãs ortodoxas nesses assuntos.
As Testemunhas de Jeová acreditam que Jesus é o arcanjo Miguel, o mais alto ser criado. Isto contradiz diversas Escrituras que claramente dizem que Jesus é Deus (João 1:1,14; 8:58; 10:30).
As Testemunhas de Jeová rejeitam o conceito da morte de Cristo em substituição à nossa e ao invés seguem a teoria do resgate, que diz que a morte de Jesus foi o pagamento pelo pecado de Adão.
Como as Testemunhas de Jeová justificam estas doutrinas não-bíblicas? (1) Eles afirmam que a igreja, ao longo dos séculos, corrompeu a Bíblia, e (2) Eles retraduziram a Bíblia no que eles chamam de Tradução do Novo Mundo. A Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados alterou o texto bíblico para fazê-lo se adequar à sua falsa doutrina – ao invés de basear a sua doutrina no que a Bíblia ensina. A Tradução do Novo Mundo já teve numerosas edições, dado que as Testemunhas de Jeová descobrem mais e mais Escrituras que contradizem os seus ensinamentos.
As testemunhas de Jeová prontamente se mostram como uma seita que é apenas fracamente baseada nas Escrituras. A Torre de Vigia baseia suas crenças e doutrinas nos ensinamentos originais e expandidos de Charles Taze Russell, Jeudge Joseph Franklin Rutherford e seus sucessores. O Corpo Governante da Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados é o único corpo na seita que afirma ter autoridade para interpretar as Escrituras. Em outras palavras, o que o Corpo Governante diz com relação a qualquer passagem nas Escrituras é visto como a palavra final e pensar de forma independente é fortemente desencorajado. Isto está em oposição direta à admoestação de Paulo a Timóteo (e também a nós) para estudar e se apresentar aprovado a Deus, como obreiro que não tem do que se envergonhar, corretamente manejando a Palavra de Deus. Esta admoestação, encontrada em 2 Timóteo 2:15, é a clara instrução de Deus para cada um de Seus filhos no Corpo de Cristo para serem como os cristãos de Beréia e buscarem nas Escrituras diariamente se aquilo que está sendo ensinado está de acordo com o que a Palavra tem a dizer sobre o assunto.suas mensagem e ensinamentos estão cheios de distorções, enganações e falsa doutrina.
As Testemunhas de Jeová consideram-se praticantes da única organização cristã verdadeira (o primitivo Cristianismo), e agindo assim, acreditam que serão salvas como grupo, o que não significa que cada Testemunha individual já esteja salva. Não acreditam que serão as únicas a serem salvas. Muitos milhões de pessoas que viveram há séculos e não eram Testemunhas de Jeová terão a oportunidade de ser salvas, ao serem ressuscitadas no prometido paraíso da terra. Estas pessoas que não tiveram a oportunidade de conhecer os ensinamentos das testemunhas de Jeová, poderão ser salvas se aceitarem os ensinamentos e doutrinas defendidas pelas Testemunhas de Jeová.[79] [80]
Caso decidam não aceitar os ensinamentos fornecidos pelas Testemunhas de Jeová, poderão sofrer a "segunda morte", ou morte definitiva.[81] [82] A Bíblia explica que no prometido novo mundo de Deus “há de haver uma ressurreição tanto de justos como de injustos”.[83] (Atos 24:15) Além disso, pode ser que muitos que vivem hoje ainda venham a servir a Deus, e eles também serão salvos, caso reconheçam as testemunhas de Jeová como o único caminho válido para a salvação. De qualquer forma, não cabe a nós julgar quem será salvo ou não. Essa responsabilidade está totalmente nas mãos de Jesus. — João 5:22, 27.[84] Ensinam que, para alguém poder ser salvo, a pessoa tem de obter conhecimento sobre a vontade de Jeová Deus e de seu filho, Jesus Cristo (João 17:3), conforme entendem estar expressa na Bíblia e de acordo com o entendimento e as doutrinas emanadas do Corpo Governante, os líderes maiores da organização,ou seja,os líderes desta seita é quem pode mostrar os ensinos de Deus . Entendimentos contrários à doutrina dos líderes, o Corpo Governante, são sumariamente rejeitados. Aqueles que defendem quaisquer reformas são rotulados pejorativamente de apóstatas e poderão também sofrer a chamada "segunda morte", de acordo com as crenças das Testemunhas de Jeová.[60] [37] [61] Devem pôr em prática aquilo que aprendem, mantendo a sua integridade sob quaisquer circunstâncias, até o fim (Mateus 24:13).
Já por muitos anos as suas publicações têm expresso a opinião de que todas as outras religiões não imitam corretamente o Cristianismo primitivo apostólico, particularmente as religiões da cristandade, ou seja, aquelas que professam ser cristãs, sendo, por esse motivo, consideradas religiões falsas. A todas as religiões revelam sua permissividade moral, envolvimento na política e nos conflitos mundiais, divulgação de ensinos que consideram pagãos e antibíblicos, ostentação material, conduta imprópria ou destaque pessoal dos seus líderes e que, por essas razões, todas elas serão merecidamente reprovadas por Deus e dissolvidas, ou destruídas completamente, juntamente com seus membros. Creem, de acordo com seu entendimento de profecias bíblicas, que isso acontecerá às mãos dos governos políticos do mundo que abolirão a religião e que, sem perceberem, apenas estarão a executar o julgamento de Deus.
Elas não participam de manifestações ecumênicas, muitas respeitam as diferenças de opinião apesar de procurarem impor suas crenças na sua obra de pregação. Desaprovam as organizações religiosas nas suas doutrinas e práticas que consideram biblicamente erradas, mas nunca a fé individual e a sinceridade dos seus crentes, que são exortados a se converterem em testemunhas de Jeová, para que, dessa forma, possam ser aprovados por Jeová Deus.
Religiosos que não são Testemunhas de Jeová são descritos pela Sociedade Torre de Vigia como "pessoas mundanas",[85] que estão afastadas de Deus[86] e, portanto, são controladas pelo diabo.[87] [86] Essa denominação inclui tanto pessoas não-crentes como religiosos.[88] As Testemunhas de Jeová são fortemente desencorajadas de se associar com pessoas mundanas, ou seja, pessoas que não sejam também Testemunhas de Jeová.[85]
Pessoas descrentes, ou seja, aquelas que não creem nos ensinamentos das Testemunhas de Jeová, são descritas como um perigo a ser evitado, pois poderiam contaminar e desencaminhar a congregação.[85] Qualquer socialização com pessoas não-TJs é fortemente desencorajada.[85] A repetição constante desses conselhos leva muitos a tomar esse desencorajamento como proibição. Devido a essas proibições, muitas crianças e adolescentes Testemunhas de Jeová são vistas como introvertidas e antissociais.
Os mundanos, ou pessoas que não são Testemunhas de Jeová, são descritos como sujeira a ser evitada,[85] “escravos da corrupção” a serviço do Diabo,[87] e amizades perigosas.[88] Uma de suas revistas, A Sentinela, do mês de Setembro de 1987, exorta as Testemunhas de Jeová a desprezarem as pessoas de fora de sua organização, pois aquele que não é Testemunha de Jeová “colhe seus maus frutos na forma de lares desfeitos, filhos ilegítimos, doenças sexualmente transmissíveis, tais como a AIDS, e incontáveis outros males emocionais”.[89] As Testemunhas de Jeová aprendem, de acordo com o livro Está Próxima a Salvação do Homem da Aflição Mundial!, que pessoas de fora de sua organização seriam "fornicadores, idólatras, adúlteros, homossexuais, ladrões e extorsores".[90]
O destino das pessoas que não são Testemunha de Jeová, isto é, todas as pessoas que não aceitam os ensinos da Sociedade Torre de Vigia como verdadeiros, é descrito com riqueza de detalhes em muitas publicações. A revista A Sentinela, de fevereiro de 2014, profetiza que os descrentes (pessoas que não creem nos ensinamentos das Testemunhas de Jeová), ou 'mundanos' sofrerão uma "matança que abrangerá a Terra inteira".[91] De acordo com a citação bíblica na revista, os descrentes terão sua carnes devoradas por aves de rapina, facilitando o trabalho de limpeza de cadáveres do Novo Mundo, ou paraíso, aguardado pelas Testemunhas de Jeová.[92] Essa é uma ação considerada "necessária para se purificar a Terra de toda a iniquidade, antes de se trazer o Paraíso prometido por Deus".
(Continua. ..veja, parte 02)
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
BÍBLIA NOVA VERSÃO INTERNACIONAL GRÁTIS!
Esse é um aplicativo ótimo que você pode usar para ler a bíblia em qualquer lugar .pesquise no google: Bíblia NVI Offline.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
A VERDADE SOBRE O ESPIRITISMO-(PARTE 2)
O ESPIRITISMO não tem respaldo bíblico, é apenas uma vã filosofia, por isso mostramos algumas de suas idéia e princípios, para que dessa forma você busque por si mesmo a verdade.Não devemos acreditar em uma religião por falar um ensino certo e todos os outros errados,como muitos, pois do que adianta falar da caridade e não falar todas as outras coisas segundo a bíblia? Ele omitiu o muito importante, pois conduz as pessoas ao erro.
O que dizem os líderes espíritas:
“Se assim é, dir-se-á, o Espiritismo é, pois, uma religião? Pois bem, sim! sem dúvida, Senhores; no sentido filosófico, o Espiritismo é uma religião, e disto nos glorificamos, porque é a doutrina que fundamenta os laços da fraternidade e da comunhão de pensamentos, não sobre uma simples convenção, mas sobre as bases mais sólidas; as próprias leis da Natureza”.
Pequeno vocabulário espírita Nas cinco obras que deixou para a posteridade, Allan Kardec estabeleceu os princípios básicos da doutrina espírita. Uma curiosa mistura de conceitos religiosos com alguma terminologia científica do século XIX. Conheça alguns dos principais termos do Espiritismo: Universo Criação de Deus. Todos os seres racionais e irracionais, animados e inanimados fazem parte dele. Comporta vários mundos habitados com seres em diferentes graus de evolução. Deus É considerado uma forma de inteligência suprema. Eterno, imutável, imaterial, justo, bom e onipotente. Cristo Ao contrário do que pregam a maior parte das religiões cristãs, Jesus Cristo não é o filho de Deus, mas um espírito mais evoluído. E um modelo para toda a humanidade. Espíritos Seres inteligentes da criação. São criados ignorantes e evoluem ao longo de várias vidas até alcançarem a perfeição. Dividem-se em “espíritos puros” (perfeição máxima), “bons espíritos” (em que predomina o desejo do bem) e “espíritos imperfeitos” (caracterizados pelo desejo do Mal). Homem Espírito encarnado em um corpo material. Reencarnação O espírito atravessa várias existências como encarnado. Cada uma delas é um estágio evolutivo rumo à perfeição. Desencarnar A morte (desencarnação) é encarada como apenas mais um estágio da vida espiritual – considerada a verdadeira vida. Não é compreendida como uma cisão definitiva entre as pessoas que se amam, mas apenas uma separação temporária no mundo físico. Livre-arbítrio O homem tem várias escolhas na vida, mas responde por todas as suas ações. Prece A prece torna melhor o homem e é um ato de adoração a Deus.
a sua religião praticamente como uma ciência cartesiana, convenientemente “se esquecem” dos muitos princípios de seu sistema que, nada possuindo de intuitivo, precisam simplesmente ser aceitos sem discussão. Dogmas por dogmas, eu prefiro os nossos. Ao menos eles fazem sentido. E o fato da Ressurreição de Cristo é evidência forte o suficiente para persuadir os homens de boa vontade e de bom senso da veracidade dos dogmas cristãos. Já quanto ao espiritismo… que evidência ele nos apresenta para que acreditemos em coisas tão inverossímeis?
Por exemplo, :
os “espíritos superiores” de Kardec dizem que todos os planetas são habitados (Livro dos Espíritos, q. 55). Ora, não foi encontrado até hoje um único planeta habitado sequer por uma bactéria. Como é possível que os “espíritos superiores” não soubessem disso? A resposta espírita tradicional diz que os planetas são habitados sim, mas… por “vida espiritual”. E assim, ressignificando um trecho dos seus livros sagrados, transportam convenientemente a discussão para a esfera das coisas que não são verificáveis e onde eles, por definição, não podem ser desmentidos. Que evidência existe de que haja “vida espiritual” em Marte? Esta afirmação serve tão-somente para salvaguardar os “espíritos superiores” da realidade dos fatos que os contradiz abertamente.
Mais: a população mundial (ainda) está crescendo, o que significa que nascem mais pessoas do que morrem – i.e., “encarnam” mais almas do que “desencarnam”. De onde vêm estas almas? A resposta padrão é que existem muitos outros mundos “inferiores”, nos quais as almas “evoluem” até que se tornem aptas para “encarnar” no nosso mundo. De novo: qual o indício que nós temos de que existem mundos inferiores e superiores habitados por espíritos em constante evolução? Ao invés disso, não está claro que esta afirmação gratuita não tem outro propósito que não salvar a teoria de Kardec de uma flagrante contradição matemática?
É dito, também, que Nosso Senhor não ensinou abertamente a reencarnação porque a humanidade ainda não estava suficientemente evoluída para entendê-la, e esta é a mais absurda das pretensões espíritas. Porque acontece que a metempsicose – que outra coisa não é que não a reencarnação kardecista – é uma doutrina mais velha do que a fome, sendo já conhecida de muitos povos muito antes de Cristo. Como assim, a humanidade ainda não estava evoluída para conhecer uma coisa… que já conhecia há séculos?
E o que há de extraordinário nesta doutrina para que Cristo a tivesse guardado para Si – o mesmo Cristo que ensinou coisas (essas sim) incômodas e exigentes como “amai os vossos inimigos”? Por qual motivo a reencarnação seria sublime demais para a mentalidade (grosseira, concedamos) dos homens do primeiro século, se Cristo não Se furtou a ensinar-lhes o “quem não tem pecado que atire a primeira pedra”? Qual a razão para Nosso Senhor ter esperado 18 séculos para ensinar uma doutrina velha e cômoda, quando não esperou nada para proferir o Sermão da Montanha que, este sim, é novo e revolucionário? Colocando lado a lado os Evangelhos e os Livros Básicos da Doutrina Espírita, não resta nenhuma dúvida de que a novidade mais elevada encontra-se nos primeiros e não nestes últimos. Por que o ensinamento mais elevado foi logo transmitido para os homens mais rudes e, ao mesmo tempo, a doutrina mais grosseira precisou esperar a evolução da humanidade para se fazer conhecida?
Enfim, todo mundo é livre para acreditar naquilo que quiser. Mas todo mundo tem a obrigação moral de ter senso crítico e, em particular, de não atacar na doutrina alheia aquilo de que a sua própria doutrina está repleta. Todo mundo está obrigado a procurar a Verdade e, nesta busca, todo mundo tem o dever de ser honesto consigo mesmo e abandonar as próprias convicções tão logo elas se mostrem falsas.
A biblia é muito clara quanto aos mortos, (consulte Levítico 19:31); Ah e sobre termos mais de uma vida (consulte Lucas 16:19-26); e tenha certeza, nao sou em quem falo estas coisas, todas estao na biblia. Espiritismo se considera uma doutrina, e não uma religião. O conceito deles é que existe a reencarnação e que há espíritos ao nosso redor de outras vidas passadas. Eu acho que essa doutrina quer eternizar o homem. O homem não é eterno.Dizem que toda doença psiquiatra é de espiritos, além de vidas passadas. A doutrina espírita, de modo geral, fundamenta-se nos seguintes pontos (princípios):
Fundamentos pricipais; Existência e unicidade de Deus, rejeitando o dogma da Santíssima Trindade (Conforme está na primeira questão de "O Livro dos Espíritos" - "Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas". Também é algo e não alguém[54] ); O universo é criação de Deus, incluindo todos os seres racionais e irracionais, animados e inanimados, materiais e imateriais, que por sua vez, todos estão destinados a lei do progresso; Existência e imortalidade do espírito, compreendido como individualidade inteligente da Criação Divina que está ligado ao corpo físico através de um conectivo "semimaterial" denominado de perispírito; Volta do espírito à matéria (reencarnação), tantas vezes quanto necessário, como o mecanismo natural para se alcançar o aperfeiçoamento material e moral. No entanto, para a doutrina, a perfeição que a Humanidade é suscetível atingir é relativa pois apenas Deus possui a perfeição absoluta, infinita em todas as coisas. Os espíritas rejeitam a crença na metempsicose; Conceito de "criação igualitária" de todos os espíritos, "simples e ignorantes" em sua origem, e destinados invariavelmente à perfeição, com aptidões idênticas para o bem ou para o mal, dado o livre-arbítrio; Possibilidade de comunicação entre os espíritos encarnados ("vivos") e os espíritos desencarnados ("mortos"), por meio da mediunidade (também denominada comunicabilidade dos espíritos). Essa comunicação é realizada com o auxílio de pessoas com determinadas capacidades - os médiuns como, por exemplo, na chamada "escrita automática" (psicografia).[55] ; Lei de causa e efeito, compreendida como mecanismo de retribuição ética universal a todos os espíritos, segundo a qual nossa condição atual é resultado de nossos atos passados e nossos pensamentos, palavras e atos constroem diariamente nosso futuro (Quem semeia o bem, colhe o bem. Quem semeia o mal, colhe o mal); Pluralidade dos mundos habitados materiais e espirituais: a Terra não é o único planeta com vida inteligente no universo, bem como os planetas possuem mundos espirituais habitados (por exemplo, Umbral, colônias espirituais e os planos espirituais superiores); Jesus, criado por Deus, é o guia e modelo para toda a humanidade.[56] Segundo o espiritismo, a moral cristã contida nos evangelhos canônicos é o maior roteiro ético-moral de que o homem possui, e a sua prática é a solução para todos os problemas humanos e o objetivo a ser atingido pela humanidade.[57] Fora da caridade não há salvação. Para o espiritismo[15] a caridade consiste em benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições dos outros e perdão das ofensas.. Além disso, podem-se citar como características secundárias:[58] A noção de continuidade da responsabilidade individual por toda a existência do espírito; Progressividade do princípio espiritual dentro do processo evolutivo em todos os níveis da natureza; Ausência total de hierarquia sacerdotal; Uso de terminologia e conceitos próprios, como, por exemplo, perispírito, mediunidade, centro espírita,entre outros prin cipios.
A VERDADE SOBRE O ESPIRITISMO(parte- 01 )
Amados irmãos, é incrível como a mente humana tende a não se conformar com as verdades e com a simplicidade do evangelho de Jesus Cristo e acabam fazendo para si mesmos crenças,ensinamentos e vãs filosofias que não levam a lugar algum. Essas pessoas pensam que o evangelho de Cristo não é o suficiente, que o que Jesus ensinou não é o bastante para a salvação. Por isso ficam inventando atalhos e seus próprios caminhos que são tenebrosos e ignorantes,porém disfarçados de um cristianismo.
Um exemplo claro dessa ignorância é o movimento espírita ou,espiritismo.Eles não se conformam com o que está escrito e acabam inventando muitos ensinamentos loucos e nocivos que acabam corrompendo a fé de muitos fracos e até de pessoas mais cultas e sábias que se deixam levar pelo engano.
Um diferencial do espiritismo é que jamais seus seguidores querem admitir que é ele uma religião, porém dizem que é um movimento filosófico e ideológico,mas se estudarmos detalhadamente o que os preceitos espíritas dizem, vamos perceber que esse movimento não passa de uma ceita que introduziu ao cristianismo uma Cultura que envolve costumes e ideias pagãs e até diabólicas. Pois quem não aceita a bíblia e Jesus como a verdade e inventam suas próprias verdades, esse está longe de Cristo e suas reais dourinas e tambem do evangelho.
Agora vamos ver o que um ex-espírita diz sobre o espiritismo:
"O testemunho de alguém que encontrou o evangelho segundo a Bíblia.
...E, como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois o juízo, assim também Cristo, oferecendo-se uma só vez para levar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação. (Hebreus 9: 27, 28).
“No inicio de meus estudos da Bíblia, ao me deparar pela primeira vez com esse texto bíblico, fiquei muito pensativo, tentando encontrar uma interpretação que sintonizasse a doutrina espírita com a Bíblia, mas, decepcionado e perplexo, descobri que esse conflito era intransponível. A assertiva era muito taxativa: “aos homens está ordenado morrerem uma só vez” Não há brechas ou interpretações: morrer uma só vez! É incabível, portanto, a teoria da reencarnação, que pressupões inúmeras mortes do homem.”
Por mais de 16 anos, o advogado Maurício Braga freqüentou uma instituição espírita. Tornou-se um instrutor da doutrina.
Um dia, precisando de subsídios para suas aulas religiosas, buscou a ajuda de alguém que realmente conhecia a Bíblia.
Resultado: ele encontrou a Cristo nas páginas sagradas da Palavra de Deus e hoje é um cristão dedicado a pregar o evangelho aos seus ex-irmãos da fé.
Aqui, ele dá o seu testemunho e mostra as crenças e os equívocos fundamentais do espiritismo. O testemunho, não é um ataque desrespeitoso, é acima de tudo, um convite amigável para um estudo sério da Bíblia e um posicionamento diante da verdade eterna. “A Bíblia contém a verdade divina, lógica e imutável”, diz Maurício. Confira você mesmo o evangelho original.
=> Porque não sou mais espírita
Por: Maurício Carlos da Silva Braga
A busca do Conhecimento
Ao longo demais de dezesseis anos, eu freqüentei uma instituição espírita chamada Seara Bendita, de linha kardecista (seu iniciador foi Allan Kardec). O kardecismo difere de outras linhas da umbanda e quimbanda. Embora essas denominações também creiam que os espíritos sejam pessoas desencarnadas, elas tem atuação e objetivos diferenciados e possuem alguns tipos de cerimônia ou rituais o que o kardecismo não tem. No kardecismo há uma preocupação muito grande com o estudo do livro “O Evangelho Segundo o Espiritismo” , assim como a doutrina espírita, codificada em uma serie de livros, todos, de acordo com o espiritismo, “ditados por espíritos” a Allan kardec (e outros).
Comecei a frequentar a referida instituição porque entendi, num primeiro momento, que era uma doutrina baseada na Bíblia. As palestras abordavam bastante os evangelhos (embora sob a interpretação do espiritismo), assim como “o mundo dos espíritos” , dentro de uma ótica de aparente “justiça divina”.
Fiz diversos cursos de estudo da doutrina e, nos últimos três anos, já estava sendo expositor, ou seja, dando aulas. A aula era composta de duas partes: a primeira (de uns vinte minutos) era a parte evangélica, que tinha como base o livro “O Evangelho Segundo o Espiritismo”; e a segunda (de uns quarentas minutos) era a parte doutrinaria que abordava toda a explicação do que e o espiritismo, suas características e aspectos, fundamentando-se nas centenas de livros “psicografados” por dezenas de médiuns.
Ao longo daqueles dezesseis anos, aprendi na instituição espírita e ensinava aos freqüentadores dos cursos o seguinte:
1. As encarnações e reencarnações teriam por escopo o burilamento do ser humano ao longo dos séculos. A cada reencarnação aprenderíamos um pouco mais, nascendo ora como homem, ora como mulher, ricos e pobres, dotados de maiores ou menores recursos de inteligência e situação socioeconômica, com possibilidades variadas, enfim, caminhando dessa forma, em direção ao aprimoramento de nosso espírito, que seria nossa real essência e corpo, ate atingir a perfeição.
2. Viveríamos em estados e mundos diferentes. O mundo espiritual seria composto de esferas diversas, de acordo com padrões vibracionais e estágios diferenciados de elevação ou atraso espiritual.
3. Pela “lei do carma” (causa e efeito), sempre que tinhamos um problema ou passávamos por sofrimentos, na verdade, estávamos resgatando, na maior parte das vezes, um mal cometido em vidas passadas.
4. O espiritismo seria o “Consolador” prometido por Jesus (João 14:16)
Pois bem, no inicio de 2000, fui designado para ministrar aulas da parte evangélica e senti que elaborar os ensinamentos apenas com base no livro O Evangelho Segundo o Espiritismo estava sendo insuficiente. Tentei robustecer as explicações com os textos da Bíblia, mas tive um pouco de dificuldade de entender, por causa da sua linguagem, que me parecia um tanto complexa.
Procurei então o auxilio de alguns expositores mais antigos da instituição espírita (não obstante o fato de que eu já contava com 16 anos de casa). Mas, com surpresa, constatei que nenhum deles tinha conhecimento da Bíblia, ate porque, no seu próprio dizer, não tinham o habito de lê-la e estudá-la. Estudavam apenas o livro O Evangelho Segundo o Espiritismo.
Na época, eu sabia que meu irmão Mauro Braga, era um profundo estudioso da Bíblia havia quatro anos, pelo menos. Contatei-o para que me indicasse alguém que pudesse me dar estudos bíblicos. Ele indicou um amigo e irmão da fé, Moises, que passou a me dar estudos bíblicos na minha casa. Isso durou uns quarenta dias. Depois, comecei a freqüentar a classe bíblica da Igreja Adventista do Tatuapé, onde meu próprio irmão Mauro Braga dava aulas, como o faz ate hoje. Trata-se de uma classe bíblica, onde ocorre o estudo da Palavra de Deus toda quarta-feira, das 08 as 09 horas, ao longo do ano inteiro.
Deixei muito claro, desde o inicio, que queria estudos bíblicos com o objetivo aberto e determinado de enriquecer minhas aulas na instituição espírita Seara Bendita, com o que Moises e Mauro concordaram. E importante frisar que eu me encontrava satisfeito e plenamente convicto do espiritismo. Ou seja, não estava em busca de alguma verdade nova ou algo que pudesse preencher qualquer vazio em mim. Meu interesse era apenas completar minhas aulas.
Pois bem, desde os primeiros estudos da Bíblia, sempre escutei atento e em silencio, não apenas para evitar entrar em polemicas ou questionamentos,mas também porque queria estar afastado de qualquer conceito preconcebido. Tinha, com efeito, a intenção sincera de ouvir, refletir e aprender, antes de pretender discordar de alguma interpretação que destoasse dos fundamentos espíritas.
No entanto, após dois meses de aulas, comecei a perceber conflitos entre os textos bíblicos e os ensinamentos da doutrina espírita. Isso nada tinha haver com interpretação, mas com a própria essência dos princípios. Sentia-me um tanto desconfortável, pois era difícil compreender e aceitar a existência de tais conflitos. Afinal, não e fácil abalar convicções formadas ao longo de dezesseis anos, calcadas na certeza da plena sintonia entre o espiritismo e a Bíblia.
A principio, tentei me convencer de que a Bíblia teria uma linguagem figurada, agora complementada ou explicada pela doutrina espírita. No entanto, as divergências, como eu disse, atingiam o fundamento, o cerne, não comportando interpretações, mas apresentando conceitos opostos. O que estaria certo?
Tive de refletir bastante para chegar a seguinte conclusão: se a doutrina espírita estava alicerçada na Bíblia, então ao derrubar a vigência das palavras da Bíblia como fundamento da doutrina, isso derrubaria a própria doutrina. Seria como se tirasse o chao de onde a casa estava construída. Já a recíproca não era verdadeira, ou seja, renegar a doutrina espírita não implicava em abater a Bíblia,mas, ao contrario, dar-lhe a perfeita aplicação.
O aprofundamento do estudo da Bíblia me trazia uma clareza de fundamentos lógicos muito fortes, um encadeamento perfeito dos planos e da justiça de Deus, plenamente delineados por meio das profecias, que aniquilam a possibilidade da tese espírita.
Alem disso, se mais de 95% das profecias já haviam se tornado realidade, com provas cientificas, por que os últimos 5% também não se realizariam? E, como veremos adiante, a realização dos últimos 5% acaba de fulminar irremediavelmente a doutrina espírita.
Convido você para estudarmos juntos a Palavra de Deus e chegarmos a conclusão de onde esta a verdade.
Confronto Com a Bíblia
A doutrina espírita esta fundamentada em cinco princípios:
1) Reencarnação
2) Estado do homem após a morte
3) Lei do carma
4) Médiuns
5) Evolução
[...].